quinta-feira, 13 de agosto de 2020

Morte do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos completa seis anos


A morte do ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), está completando seis anos nesta quinta-feira. Eduardo morreu na manhã do dia 13 de agosto, aos 49 anos, após a queda do jato particular em que viajava em um bairro residencial em Santos, no litoral paulista.

Campos era candidato à Presidência da República e no dia do acidente estava indo cumprir agenda de campanha em Santos, depois de ter concedido uma entrevista ao Jornal Nacional da Rede Globo, um dia antes de sua morte.

Além de Eduardo, também morreram no acidente:

-Alexandre Severo e Silva, fotógrafo
-Carlos Augusto Leal Filho (Percol), assessor
-Pedro Valadares Neto, assessor e ex-deputado federal
-Marcelo de Oliveira Lyra, cinegrafista
-Geraldo Magela Barbosa da Cunha, piloto
-Marcos Martins, piloto

A última visita de Eduardo Campos a Itapetim aconteceu em 29 de março de 2014 para a entrega do Mercado Público, poucos dias antes de deixar o governo para se candidatar a presidente.

Investigação 

Em agosto de 2018, a Polícia Federal concluiu o inquérito e apresentou quatro causas possíveis do acidente: colisão com um elemento externo, desorientação espacial, falha de profundor e falha de compensador de profundor. O inquérito foi remetido ao Ministério Público.

O ano passado o Ministério Público Federal arquivou arquivou o inquérito policial sobre o acidente. O MPF divulgou que, apesar de diversas perícias e diligências realizadas pela Polícia Federal, não foi possível determinar a causa exata da queda da aeronave, tampouco definir os responsáveis pelos crimes. As quatro hipóteses indicadas pela Polícia Federal não puderam ser comprovadas ou ter sua probabilidade quantificada. Apenas uma delas pode ter ocorrido ou várias de forma combinada.

Segundo o MPF, foi impossível determinar a causa exata do acidente por conta da inoperância ou ausência de equipamentos na cabine de comando do avião. O gravador de vozes, que poderia registrar diálogos ocorridos no momento do acidente, de modo a esclarecer eventual falha mecânica ou humana, não estava funcionando. A última gravação feita pelo equipamento foi em janeiro de 2013, mais de um ano antes do desastre.

Repórter do Sertão, com informações do G1

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